Apanho pedaços do chão, fragmentos dispersos de ti e de mim; memórias que se soltam em frases entrecortadas por sorrisos e olhares que falam sem necessitarem de palavras.
As saudades ficam: dos beijos que não foram trocados, das carícias que não se soltaram.
E tanto que ficou por dizer, por fazer...
Há momentos que são irrepetíveis pela magia que criaram mas outros haverá, necessariamente diferentes e não menos intensos, talvez.
Colo os pedaços, um a um, saboreando o que me trazem. Reconstruo um abraço. De despedida? De boas-vindas? Não importa.
Sigo com o olhar e percorro o meu caminho. Não igual ao teu, mas paralelo...